Restrospectiva 2011
Janeiro
Dois eventos impecáveis de janeiro:
127 Horas: o filme praticamente aconteceu nos poucos metros quadrados onde o James Franco ficou preso. Se já não bastasse o ator, a história baseada em fatos verídicos também era muito boa. Eu adorei conhecer esse calculista que ponderou todas as possibilidades de salvação até arrancar o próprio braço. Racional e estúpido o bastante para acreditar que dava para prever e controlar tudo.
Cisne Negro: eu achei o filme tocante e dramático, apesar dos meus conhecidos o acharem um filme de suspense. O que me pegou foi a batalha que acontece na cabeça da personagem principal. E eu realmente acredito que uma vida completamente diferente daquele que vemos pode acontecer na cabeça de uma pessoa. Natalie Portman, Mila Kunis na famosa cena de pegação entre as duas e a minha ironia particular, Wynona Rider.
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Friday, November 18, 2011
Tuesday, November 15, 2011
Retrospectiva 2011
Janeiro
Acabou a comida, acabou a bebida, acabou a canja.
Sobrou pra mim um sistema de som ridículo e estourado, uma ex-quase-diva bêbada que não conseguia cantar e sobrou a Janelle Monae matando a pau sem um som a sua altura.
O Summer Soul Festival foi um lixo. Cedo ainda já não era possível pegar cerveja porque ela tinha acabado. Depois não tinha mais refrigerante e por último não tinha mais água mineral em pleno verão. O som estourou e tinha que rolar um esforço para aproveitar algum músico. A Amy conseguiu fazer um cover decente, além de cantar Valerie apropriadamente. De resto, ela foi uma caricatura do que é permitido a um artista junkie.
Saturday, November 12, 2011
Retrospectiva 2011
Janeiro
Fui assistir ao primeiro jogo da temporada que o Santos fez no Pacaembú. Era meu reencontro com Elano.
O dia estava ensolarado e voei do escritório para casa. No Metrô me deparei com filas e mais filas de santistas sorrindo e cantando, preparando-se para o mesmo programa que eu faria em poucos minutos.
O jogo foi bom, o Santos fez 4 ou 5 gols numa jornada inspirada de Zé Love e Maikon Leite. Surpreendente?
Supresa mesmo eu teria ao chegar em casa. Sem arrombamento e sem nenhum sinal de bagunça, minha casa tinha sido furtada. Dois computadores, um Wii com controles completos e jogos, mochila, celular, joias, tudo levado na maior cara de pau.
A alegria do jogo foi substituída por um sentimento enorme de abuso e de revolta, principalmente porque a Brisa estava em casa quando a pessoa entrou e ela correu um risco grande.
Delegacia, portaria, síndico que nunca se dignou a conversar conosco. Chateação aos montes, inclusive com insinuações sem nenhuma lógica de que teria sido um amigo meu. Até sugerir que um pessoa entrou e saiu pela janela do quinto andar carregando mochila e sacola com produtos roubados teve. Nenhuma solução para o problema, mesmo que eu tenha certeza de quem cometeu tal crime.
Duas decepções: a polícia civil não teve interesse nenhum em fazer seu trabalho com um mínimo de dedicação já que nem intimar todos os funcionários ele intimaram. Para evitar gastos com o desligamento de funcionários, os condôminos preferem mesmo acreditar em absurdos como o assalto do homem aranha. As pessoas só se sensibilizam quando acontece algo com elas.
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